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Chikungunya aumenta em Vitória da Conquista enquanto dengue recua

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Balanço divulgado nesta sexta-feira (23) mostra comportamentos diferentes das doenças no acumulado até a 41ª semana epidemiológica.

Vitória da Conquista registrou 859 casos prováveis de dengue entre a primeira e a 41ª semana epidemiológica de 2026, contra 2.384 no mesmo intervalo de 2025. Já a chikungunya passou de 66 para 94 casos prováveis, segundo a Secretaria Municipal de Saúde.

O boletim mais recente abrange a semana de 11 a 17 de outubro. Os números acumulados permitem comparar os dois anos.

Comparativo em números Casos prováveis acumulados da 1ª à 41ª semana epidemiológica de cada ano.

Dengue

2026
859
2025
2.384

Redução de 1.525 casos

Chikungunya

2026
94
2025
66

Aumento de 28 casos

Fonte: Secretaria Municipal de Saúde de Vitória da Conquista, em comunicado reproduzido pelo Bahia Jornal.

Chikungunya cresce no acumulado

Embora os registros de chikungunya tenham passado de sete para três nas duas últimas semanas avaliadas, a Vigilância Epidemiológica considera esse intervalo insuficiente para caracterizar uma tendência sustentada de queda.

Na dengue, os números ficaram abaixo dos registrados em 2025 em 36 das 41 semanas analisadas. Ainda assim, o município apresentou aumentos pontuais em semanas recentes, mantendo a necessidade de acompanhamento.

O que significa “caso provável”?

Os números apresentados não devem ser interpretados como um total de diagnósticos confirmados por exames.

Na definição do Ministério da Saúde para dengue, casos prováveis são os casos suspeitos notificados, excluídos aqueles que foram descartados. Portanto, o indicador utilizado para acompanhar a circulação da doença é diferente da contagem de casos confirmados.

Também é necessário observar o período: os totais do painel representam o acumulado anual até a semana indicada, e não apenas as ocorrências registradas nos sete dias do último boletim.

Cuidados devem fazer parte da rotina

A redução da dengue não elimina a necessidade de combater os criadouros do mosquito. As orientações incluem manter caixas-d’água e tonéis fechados, limpar calhas e retirar recipientes que possam acumular água em quintais e áreas externas.

Vasos de plantas, pneus, garrafas e materiais descartados merecem atenção. A prevenção também depende do descarte adequado do lixo e da colaboração com os agentes de combate às endemias durante as visitas.

Pessoas com febre, dores de cabeça e no corpo, manchas vermelhas na pele ou náuseas devem procurar uma unidade de saúde para avaliação.

Serviço

Orientações sobre combate ao mosquito: Centro de Controle de Endemias
Telefone informado no comunicado: (77) 3229-3151